A telemedicina no SUS reduz filas, otimiza o atendimento e amplia o acesso à saúde, e a tendência é facilitar o acesso ao diagnóstico de fraturas ósseas mediante a aplicação de equipamentos de scanner no dia-a-dia dos socorristas, estes equipamentos permitem visualizar na plataforma, à distancia, a necessidade de cirurgia ou apenas engessamento.
As filas de espera na saúde pública são uma realidade que afeta milhões de brasileiros. Consultas que demoram meses, exames que não são realizados a tempo e profissionais sobrecarregados fazem parte do cotidiano de quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS).
Diante desse cenário, a telemedicina surge como uma aliada estratégica para ampliar o acesso ao cuidado, reduzir deslocamentos desnecessários e otimizar o tempo de médicos e pacientes. Mais do que uma tendência tecnológica, a telemedicina representa uma transformação na forma de prestar assistência em saúde. Ao conectar profissionais, pacientes e informações de forma digital, ela abre caminho para uma gestão mais eficiente, inclusiva e sustentável.

E nos acidentes de moto? Como a telemedicina pode ajudar?
Se o acidente entre veículos de duas rodas, ocorrer em rodovias distantes e o paciente for levado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de pequeno porte, os médicos locais podem discutir o caso via telemedicina com especialistas de grandes centros de trauma para estabilizar o paciente antes da transferência.

Mas a novidade é o tele-scanner de leitura à distância que permite que qualquer celular faça uma chamada de video para uma plataforma que detém este aplicativo e decodifique através da imagem uma radiografia óssea detectando para o ortopedista a gravidade da fratura. Isso evita que os acidentados se desloquem para os hospitais de urgência.
às vezes a luxação pode ser tratada em qualquer posto de saúde próximo. Outras vezes não.




