O anuncio no começo do ano é de que o fundão eleitoral para 2026 seria em torno de R$ 5 bilhões. Notícia que animou os marinheiros de 1ª viagem. Com a crise, falta de atividades e postos de trabalho, este seria um bom caminho a seguir. Mas, a verdade é que muitos candidatos optam por se candidatar a um cargo de deputado estadual ou federal, por entenderem que este caminho conduz a uma vida mais fácil, mais próspera talvez… Mas o que estamos vendo não é bem assim. Um dos 30 partidos que postularam nomes no TRE/PI para concorrerem às eleições de 4 de outubro, fez tudo certo, garimpando bons nomes de homens e mulheres, na captura e convencimento de quadros qualificados, no treinamento destes candidatos, na confecção de material publicitário, e ops… quando chegou a hora da verba para custear as despesas de locomoção, visitas e organização de reuniões, os ora candidatos homologados abandonaram o desafio. É que segundo a maioria a verba era apenas R$ 2.500 reais, muito pouco para percorrer o estado todo, trabalhar o nome e número dele, e do partido, durante 45 dias. Segundo um dos desistentes : “já estou no campo há mais de oito meses, investi meu tempo, contratei pessoas para filmar e preparar minhas publicidades e agora querem tomar meu trabalho por um salário mínimo… vou buscar os meus direitos”. Em sua quase totalidade os ex-pré-candidatos, agora são ex-candidatos, e o Piauí continua a sobreviver de migalhas. Uma lástima Deoclécio.
Piauí: muitas candidaturas desistem, após conhecerem o tamanho do fundo eleitoral.





Vc poderia especificar melhor qual é o partido,e os detalhes, para que o povo do Piauí saiba o que está acontecendo e até pra fazer justiça aos que foram prejudicados.