Projeto The Line prometia abrigar 9 milhões de pessoas, mas atrasos, custos elevados e críticas por impactos ambientais e remoções de moradores levaram ao cancelamento do projeto.
A Arábia Saudita planejava construir uma cidade que parecia saída de um filme de ficção científica. Batizado de The Line, o projeto previa uma estrutura espelhada de 170 quilômetros de extensão com 500 metros de altura, capaz de abrigar até 9 milhões de pessoas no meio do deserto. A iniciativa fazia parte da NEOM, um megaprojeto de desenvolvimento urbano impulsionado pelo príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman. A proposta é criar uma cidade sem carros e ruas tradicionais, com serviços próximos das residências e sistemas de transporte de alta velocidade.
Projeto ia construir duas paredes espelhadas no meio do deserto, mas foi cancelado devido a críticas
O projeto foi apresentado como uma cidade linear formada por duas fachadas espelhadas e paralelas. A estrutura teria cerca de 500 metros de altura, 200 metros de largura e 170 quilômetros de comprimento, atravessando uma região desértica do noroeste da Arábia Saudita.
A ideia do The Line era concentrar moradias, áreas de trabalho, comércio e serviços em uma única estrutura, aproveitando o espaço vertical para acomodar milhões de habitantes sem ocupar uma área urbana tão extensa quanto a de uma metrópole convencional. Parecia coisa de cinema. A Arábia Saudita encerrou o plano da megacidade futurista “The Line” após quase nove anos desde seu anúncio. O projeto, que previa uma cidade linear de 170 quilômetros no deserto, apresentada como o coração da iniciativa Neom e como um novo modelo de urbanismo futurista virou areia.
O projeto previa uma cidade linear de 170 quilômetros no deserto, apresentada como o coração da iniciativa Neom e como um novo modelo de urbanismo futurista.
A área já escavada agora será usada para construir grandes centros de dados voltados à inteligência artificial.
A proposta é utilizar água do Mar Vermelho para ajudar no resfriamento das instalações.
A mudança indica uma nova prioridade estratégica: transformar a infraestrutura planejada em base para processamento de dados e desenvolvimento de IA, em vez de uma cidade futurista em escala inédita.
SOLUÇÃO DADA AO PROJETO
A proposta é utilizar água do Mar Vermelho para ajudar no resfriamento das instalações.
A mudança indica uma nova prioridade estratégica: transformar a infraestrutura planejada em base para processamento de dados e desenvolvimento de IA, em vez de uma cidade futurista em escala inédita.




