Estudo publicado em setembro de 2026 analisa 18 fósseis encontrados na África do Sul, incluindo um crânio de Homo erectus adulto, e revela como duas espécies humanas conviveram e seguiram caminhos evolutivos diferentes.
Uma pesquisa publicada em 25 de setembro de 2026, na revista científica Annals of Human Biology, revelou novos detalhes sobre a evolução humana. Divulgado pela Universidade La Trobe, na Austrália, em 30 de setembro, o estudo analisou 18 fósseis encontrados na África do Sul, pertencentes a duas espécies de hominídeos que viveram há aproximadamente 2 milhões de anos.
Fósseis humanos de 2 milhões de anos incluem fragmentos de crânios do Homo erectus
Os fósseis foram recuperados na Pedreira Principal de Drimolen, localizada na região conhecida como Berço da Humanidade, na África do Sul. O local reúne importantes vestígios de espécies antigas relacionadas à evolução humana. A pedreira foi descoberta em 1992 e passou por escavações até 2019. Apesar das décadas de trabalho, parte dos materiais encontrados ainda não havia recebido uma descrição científica formal.
A pergunta que não quer calar: E a cronologia bíblica que atesta a existência do homem na terra com no máximo 6.000 anos?
Senão vejamos: Em Gênesis cita Moisés: Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor abençoou o sétimo dia e o santificou.
Já no Novo Testamento Pedro escreve: “Mas, queridos, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia .” (2 Pedro 3:8)…

Ou seja, estamos chegando ao descanso divino que completa 7.000 anos, ou seja o sétimo dia da criação.




