Informação religiosa na internet estão proibidas na China desde 2022. As regras administrativas exigem que qualquer pessoa que deseje publicar conteúdo religioso na internet tenha uma permissão do Estado.
A licença está disponível apenas para as cinco instituições religiosas aprovadas pelo Estado. O objetivo é limitar ainda mais o compartilhamento público de fé e forçar todas as religiões a se alinharem ao socialismo chinês.
O presidente Xi Jinping instituiu a proibição do uso da internet e redes sociais como ferramentas de propaganda religiosa. Para os cristãos chineses, a medida significa que serviços online de sermões, estudos bíblicos ou qualquer outra mensagem religiosa na forma de textos, fotos, áudios e vídeos só poderão ser acessados por meio de canais aprovados pelo Estado. Todo conteúdo será primeiramente verificado pelas autoridades para certificar de que esteja em concordância com os valores socialistas e em apoio ao Partido Comunista da China.

Autoridades locais negam, mas imagens mostram o templo da Golden Lampstand destruído.
Na foto da capa a polícia interrompe culto e detém líderes de igreja clandestina na China.
Esse é o regime que o candidato à reeleição do Brasil quer para um povo que detém um volume de católicos superior a 105,4 milhões e o de evangélicos saltou de 35 milhões para 47,4 milhões em 2025.




