Ministro, que preside TSE, sinalizou a interlocutores que não tomará nenhuma decisão durante processo eleitoral; ex-presidente pede revisão criminal e liberdade provisória.
O ministro Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), sinalizou a interlocutores que avalia julgar a ação que pede a revisão criminal e a soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a conclusão do segundo turno das eleições. A defesa do ex-presidente apresentou no final de outubro um novo pedido de liminar pela liberdade de Bolsonaro e revisão criminal de sua condenação por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.
Outro pedido similar havia sido feito em maio deste ano e está no gabinete de Nunes Marques aguardando uma decisão do magistrado.
Ministro do STF, Nunes Marques preside o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e evitou analisar a ação durante o processo eleitoral para que não houvesse acusação de interferência no resultado da eleição.
O ministro sinalizou a pessoas próximas não querer que o episódio seja explorado politicamente e, por isso, descartou a seus interlocutores tomar qualquer decisão neste período.
Nunes Marques, no entanto, indicou que pretende levar o caso a julgamento no plenário do STF uma vez concluída a ação e a eleição, independentemente do vencedor do pleito.




