Anúncio foi feito após ministra Estela Aranha, do TSE, proibir púlpito vazio com nome de Lula e Gilmar Mendes, do STF, determinar a inclusão de Renan Santos no debate.
Após ter recebido duas notificações, do STF (Ministro Gilmar Mendes e TSE Ministra Estela Aranha), relacionadas à realização do debate presidencial programado para a noite de quinta-feira (1º), que interferiam nas regras previamente acordadas entre a emissora e as coordenadas dos partidos, a emissora decidiu por seu cancelamento.
O fato da ausência anunciada do candidato à reeleição, Lula da Silva, do PT, levou o judiciário a interferir para não prejudicar a imagem desgastada do candidato e promover possível uma excluída advinda do espaço vazio a ser criticada por demais concorrentes. Ao saber desta tomada de posição do judiciário, o candidato Flávio Bolsonaro se manifestou por se fazer ausente também e os demais (Caiado, Zema e Cury) acabaram tendo que aceitar o cancelamento, tecendo crítica ao ato antidemocrático.




