Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte estão dentre os estados inclusos no mapa da Margem Equatorial. Veja onde há exploração e quais benefícios podem chegar ao Nordeste.
A disputa em torno da exploração do petróleo na Margem Equatorial voltou ao centro do debate nesta semana. O Ministério Público Federal apresentou um novo recurso contra a perfuração de um poço na Foz do Amazonas, enquanto o governo federal defende o avanço das atividades exploratórias na região.
Embora o caso judicial esteja concentrado no extremo norte do país, a discussão também interessa diretamente ao Nordeste. Isso porque a Margem Equatorial inclui as bacias Pará-Maranhão, Apa do Delta/Barreirinhas, Ceará e Potiguar, além da Foz do Amazonas. Nordeste, Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte aparecem entre os estados que podem obter efeitos econômicos dessa nova fronteira de petróleo e gás, segundo o Ministério de Minas e Energia.
Sendo que nem todos esses estados estão na mesma etapa de exploração e nenhum deles tem produção comercial garantida pela entrega atual.
O que foi liberado na Margem Equatorial?
O ponto de partida da disputa atual é no bloco FZA-M-59, na Bacia da Foz do Amazonas.

Quatro estados do Nordeste aparecem no mapa (seis no total)
A Margem Equatorial se estende por uma grande faixa do litoral brasileiro.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, uma área inclui as bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. No nordeste, o governo federal cita Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte entre os estados nordestinos que podem se beneficiar do desenvolvimento dessa fronteira.




