Durante sua campanha eleitoral, o presidente colombiano Abelardo de la Espriella prometeu uma postura firme contra o crime.
Essas promessas foram consideradas por vários analistas como um dos fatores que contribuíram para a vitória dele nas eleições de junho.
Mas imagens compartilhadas por Espriella, nas quais ele aparece caminhando entre os corpos de supostos guerrilheiros mortos em uma operação militar, geraram debate e fortes críticas.

O vídeo causou controvérsia em uma nação traumatizada por décadas de conflito armado e atrocidades cometidas tanto por insurgentes quanto por membros do exército e paramilitares.
Na última quinta-feira (10/09), um juiz em Bogotá ordenou que o presidente ocultasse temporariamente essas publicações, segundo a agência de notícias AFP, que obteve o documento.
Uma das pessoas que condenaram essas imagens foi a Defensora do Povo (cargo ligado ao Ministério Público da Colômbia), Iris Marín.
“O Estado e o Governo não podem competir para ver quem consegue ser o mais cruel”, disse ela na rede social X.




