A scooter elétrica nasceu de um projeto considerado fraco, passou por baterias de Porsche Taycan, controladora chinesa, motor importado, alterações na balança e refrigeração líquida até registrar 195 km/h no GPS, enquanto a equipe brasileira tentou superar a barreira dos 200 km/h durante testes realizados em pista controlada no México.
Uma scooter elétrica comprada originalmente com desempenho considerado limitado pelos responsáveis pelo projeto acabou transformada por uma equipe brasileira em uma máquina capaz de registrar 195 km/h medidos por GPS. O caminho até essa velocidade envolveu sucessivas modificações em bateria, controladora, motor, sistema de refrigeração e estrutura traseira, depois de diferentes componentes atingirem seus limites durante os testes. As informações aparecem em vídeo publicado pelo canal LetraJota em 4 de janeiro de 2026, que acompanha a evolução do projeto desde as primeiras modificações até a tentativa realizada no México. O registro mostra falhas, motores danificados, mudanças na bateria e na controladora, reforço da balança, criação de refrigeração líquida e os testes que levaram a scooter aos 195 km/h no GPS.

Projeto começou depois de um patinete chegar a 120 km/h. Antes da scooter elétrica, a equipe havia desenvolvido um patinete elétrico caseiro que recebeu sucessivas modificações até alcançar aproximadamente 120 km/h. A experiência mostrou que o pequeno veículo já estava chegando a um limite estrutural e aerodinâmico pouco adequado para continuar aumentando a velocidade.

Scooter original decepcionou nos primeiros testes
Depois da compra, os primeiros ensaios mostraram um desempenho muito abaixo da meta pretendida. A equipe descreveu a moto como lenta e passou a procurar maneiras de aumentar sua potência sem abandonar a plataforma original adquirida no leilão.




