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Economia

Nota fiscal começa a mudar em agosto de 2026

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Duas novas siglas vão aparecer nas compras dos brasileiros: entenda por que IBS e CBS entram nos documentos fiscais, o que significam as alíquotas de 0,9% e 0,1%, quais empresas precisam adaptar seus sistemas primeiro e por que essa mudança da reforma tributária ainda não significa que o consumidor vai simplesmente acordar pagando dois impostos novos

IBS e CBS passam a ganhar espaço nas notas fiscais eletrônicas, enquanto empresas adaptam sistemas para uma das principais etapas da reforma tributária sobre o consumo.

Uma mudança importante na forma como os impostos aparecem nas notas fiscais brasileiras começa a avançar em agosto de 2026. A partir de hoje, 3 de agosto, as empresas iniciam a adaptação de documentos fiscais eletrônicos para incluir informações sobre a CBS e o IBS, novos tributos criados pela reforma tributária.

A alteração faz parte da transição para o novo sistema de tributação sobre o consumo, que será implantado gradualmente até 2033. Apesar do início do cronograma, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS flexibilizaram temporariamente algumas exigências durante essa fase de adaptação.

IBS e CBS fazem parte do novo modelo tributário

A Contribuição sobre Bens e Serviços, conhecida como CBS, será um tributo federal destinado a substituir gradualmente o PIS/Pasep e a Cofins. O Imposto sobre Bens e Serviços, chamado IBS, será compartilhado entre estados e municípios.

Esse imposto substituirá, posteriormente, o ICMS e o ISS.

Os dois tributos integram o novo modelo de Imposto sobre Valor Agregado, o IVA, previsto pela reforma tributária.

Durante 2026, as alíquotas de teste previstas são de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS.

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