Durante anos, conectar-se à internet via satélite significou aceitar uma troca clara: alcançar áreas onde a fibra óptica não chega, mas utilizando equipamentos mais volumosos, pesados e com maior consumo de energia. Vimos isso tanto em residências remotas quanto em instalações temporárias, situações em que cada quilograma e cada watt contam mais do que parece. A Starlink vem refinando essa fórmula a cada nova geração. Agora, o próximo passo não é prometer velocidades impressionantes, mas sim abordar justamente essas limitações físicas.

O novo kit residencial
A Starlink V5 é a próxima geração do equipamento que a SpaceX oferece para conectar residências à sua constelação de satélites. O pacote mantém a configuração projetada para instalações fixas, contando com uma antena externa e um roteador separado para distribuir a conexão dentro de casa.
O novo design não visa aumentar a velocidade máxima anunciada para a geração anterior. Em vez disso, a atualização concentra-se principalmente em alterar o tamanho, o peso e a eficiência de um componente-chave do sistema.

