Nós gostamos de saber que nossas economias estão prontamente disponíveis, prontas para despesas mensais, imprevistos ou simplesmente para nos dar um presente. Recentemente, o Banco Triodos realizou um estudo para descobrir onde guardamos nosso dinheiro e constatou que quase metade dos entrevistados (46%) mantém suas economias em contas correntes, bem à frente dos 28,9% que optam por contas poupança e dos 15,4% que utilizam depósitos a prazo fixo. Alguns chegam a concentrar tudo em uma única conta onde se acumulam o salário, débitos automáticos e despesas (sem muita organização).

O estudo do Banco Triodos, e outros semelhantes, como a Pesquisa de Competências Financeiras do Banco da Espanha, são interessantes porque nos dão uma ideia de como gerenciamos nossas economias. Por exemplo, mostram que temos uma maior tendência a manter o dinheiro em contas correntes ou mesmo em espécie, facilmente acessível para despesas inesperadas. Mostram também que não temos aversão ao risco.
Segundo o Triodos, 46% mantêm seu dinheiro em uma conta corrente que lhes permite acesso imediato, 28,9% utilizam contas poupança tradicionais e 15,4% optam por depósitos a prazo fixo. Segundo seus cálculos, os 9,7% restantes mantêm seu dinheiro em espécie, uma opção mais comum entre os jovens de 18 a 25 anos. Em geral, quase todas as famílias da Espanha (mais de 90%) possuem algum tipo de conta bancária para pagamentos, os chamados “cofrinhos”, cujo saldo médio, há alguns anos, girava em torno de € 8 mil.

