O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou nesta semana uma forte crise de soluços, com duração aproximada de 36 horas consecutivas, segundo relatório médico encaminhado nesta sexta-feira (17) ao STF (Supremo Tribunal Federal). De acordo com o documento, Bolsonaro vinha apresentando estabilidade nas últimas semanas, mas teve uma recorrência do problema há três dias. Para controlar o quadro, foi necessária a administração de doses extras das medicações utilizadas no tratamento. A equipe médica afirmou que o ex-presidente apresentou uma “resposta satisfatória” ao aumento da dosagem.
Apesar do controle da crise de soluços, o relatório registra que Bolsonaro ainda apresenta efeitos colaterais associados aos medicamentos, principalmente sonolência e instabilidade crônica do equilíbrio corporal.
“No momento encontra-se estável do ponto de vista hemodinâmico, respiratório e cardiológico, porém persistem os efeitos secundários decorrentes dos medicamentos de ação central, principalmente a instabilidade crônica do equilíbrio corporal e sonolência”, diz.

