“Criticar seus gastos não é misoginia. É dever, porque quem paga é o povo.” Esta foi a fala da deputada federal catarinense Júlia Zanatta (PL) reagiu após Janja classificar como “misoginia pura” a fama de gastadeira associada às suas viagens internacionais.

A esposa de Lula (PT) afirmou que adversários atribuem a ela despesas de comitivas inteiras e explicou que viaja em classe executiva e utiliza estruturas diplomáticas por exigências de segurança.
Zanatta relacionou a declaração ao projeto que pretende criminalizar a misoginia. Para a parlamentar, a proposta poderá ser usada para censurar adversários e dificultar a fiscalização dos gastos públicos.
No vídeo, a deputada também mencionou R$ 117 milhões em despesas atribuídas a Janja. O número vem do chamado “Janjômetro”, que reúne custos de viagens, eventos e estruturas públicas, mas não representa um valor oficialmente reconhecido como gasto pessoal da primeira dama.

