Se no passado o desenvolvimento econômico do Brasil foi moldado por ciclos como o do açúcar, do ouro e do café, o século XXI trouxe um novo recurso capaz de ditar o futuro das nações, o ciclo dos megacenter´s.
Se no passado o desenvolvimento econômico do Brasil foi moldado por ciclos como o do açúcar, do ouro e do café, o século XXI trouxe um novo recurso capaz de ditar o futuro das nações: os dados. E, para surpresa de muitos, é no litoral nordestino que o país está enterrando (literalmente) as sementes dessa nova era da revolução digital.

O Governo Federal está prestes a lançar a Política Nacional de Cabos Submarinos, uma iniciativa que promete não apenas acelerar a infraestrutura digital do país, mas também consolidar o Nordeste como um dos principais polos de conectividade das Américas. A mensagem é clara: o protagonismo digital do Brasil passa, obrigatoriamente, pelas praias de Fortaleza, Recife e Salvador.
Um “Fio” que Liga o País ao Mundo
Antes de mais nada, imagine um imenso corredor de fibra óptica no fundo do mar, ligando o extremo norte (Oiapoque/AP) ao extremo sul (Chuí/RS) do país. Esse é o grande projeto do Ministério das Comunicações (MCom), que planeja conectar as principais capitais costeiras brasileiras através de um cabo submarino costeiro.
Apesar do Piauí não ter acordado para esta realidade, existe sim a possibilidade de entrarmos neste nicho de mercado para atendermos a demanda energética exigida pelos datacenter´s que surgem a cada dia. As energias solar e eólica que podem abastecer o Ceará e o Maranhão podem ser produzidas aqui. Perguntem como, no (86) 999222001.

