Um dos principais aliados de Flávio Bolsonaro no Rio, um tal Fábio Canella, cotado para candidato ao Senado pelo PL/RJ, foi preso na quinta-feira pela Polícia Federal durante a deflagração da sexta fase da “Operação Unha e Carne”, que mira um esquema de lavagem de dinheiro estimado em R$ 7,6 bilhões que envolve postos de gasolina e a venda irregular de combustíveis, tudo sob o guarda-chuva de organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho. Nunca saiu o laudo da PF, mas depois da prisão dos supostos envolvidos, a cúpula do PL defenestrou o Canella, já que foi parar nas páginas policiais ao invés de aparecer bonito e sorridente nas pesquisas, ou seja… queimou la película…
Prato cheio para a imprensa muito bem paga da capital que deita e rola com qualquer fofoca política desde que tenha o sobrenome Bolsonaro. Segundo os “sabedetudo” a suplente de Canella seria ninguém menos do que Rogéria Nantes Bolsonaro, mãe de Flávio, Carlos e Eduardo. Sim, a ex do Mito — desde o tempo em que este ainda não sabia beijar, segundo revelação de Sóstenes Cavalcante. Bem a lei é bem clara que reza que uma nominata só pode ser considerada fechada desde que homologada na convenção do partido e registrada no TRE. Ao tempo em que relatamos o fato

