O anúncio feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana (PT), nesta segunda-feira (19), de que deve deixar o comando do MEC até março pode não ser uma surpresa, mas movimenta os bastidores e sinaliza novas jogadas no xadrez da sucessão estadual. A decisão traz implicações para a disputa eleitoral deste ano, com efeitos que extrapolam o campo petista e governista.
Camilo, maior liderança do PT no Estado e ministro próximo do ciclo presidencial em Brasília, ganhou proximidade com o presidente Lula ao assumir o Ministério da Educação em 2023, atuação já elogiada em público pelo chefe do Executivo. Sua desincompatibilização do cargo, porém, indica que o jogo eleitoral no Ceará exige mais do que interlocução: requer presença e comando direto.
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