O turismo no Piauí, embora promissor e em franco crescimento, enfrenta críticas focadas na infraestrutura precária e falta de estratégias, a partir da comunicação. No meu caso, que já tive a oportunidade de ter gerido a extinta Piemtur, a grande impulsionadora do turismo piauiense nos anos 90, tendo construído os hotéis de Pedro II, Corrente, Serra da Capivara, Cachoeira do Urubu, no governo Freitas Neto, e no Governo Mão Santa, sob a minha direção, concluímos o Hotel Balneário Atalaia cedendo para vários órgãos (PF, Alepi, Sesc e Sesi) os blocos iniciados no governo Alberto Silva, que viriam a funcionar num investimento compartilhado com a Piemtur. Afora esse detalhe, lembramos as demais empresas como Conclave (dona do Centro de Convenções) e Rede Rimo dona dos hotéis num total de 12.

Extinguiram a Piemtur. Numa canetada só, o atual ministro da fome então governador, achou que bastava acabar com uma empresa sem qualquer respeito ao patrimônio desta, sendo que os parceiros investidores, dezenas deles, investiram na FINOR – Fundo de Investimentos no Nordeste que a qualquer momento poderão cobrar do Governo do Piauí, cadê meus cabritos. Se não já o fizeram, é por que A SUDENE- Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste está sob gestão do sistema atual que tem a vigilância e a justiça sob seu controle.
E como é tudo pela imagem da reeleição, passa o pano.
Por isso o turismo não cresce, não há um olhar em prol da atração de turistas e sim na atração de votos. Um dia, um governador me falou, quando apresentei um projeto ousado para chamar a atenção do turismo internacional para o Delta do Parnaíba: pra quê isso, turista nem vota aqui…
Passa a régua.
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