O Contrassenso do Piauí

Enquanto o mundo inteiro foca em sistemas que economizam emissões de gases, evitam poluição e focam no equilíbrio ambiental, o Piauí se volta para o esquema Lula e começa a taxar o remanescente de produção de energia solar e os equipamentos solares com altas taxas de ICMS. Já havíamos criticado aqui o governo federal, por taxarem com IPI (Imposto de produtos industrializados) e II (Imposto de importação) desde Julho de 2025, 25%, e, a previsão futura: é de que deve atingir o teto de 35% em julho de 2026. Além destas taxas o estado do Piauí cobra 27%, sendo que a maioria dos estados do nordeste é 1%. Afinal, o sol a Deus pertence.

Gastaram milhões com o fiasco do tal COP30, para defender o meio ambiente, e, ao invés de zerarem os equipamentos que atuam como mediadores do meio, fazem é meter a ripa no coitado do assalariado. E o pior, alguns utilitários passam de 50% de impostos.

Este assunto foi tema de um manifesto do vereador Petrus Evelyn no último dia de sessão deste ano, quando criticou a medida como um retrocesso e uma forma de aumentar a arrecadação estadual às custas de quem investiu em energia limpa, mesmo com o TJ-PI já tendo suspendido essa cobrança judicialmente, uma decisão que o governo tenta reverter no STF. 

Jorge Machado

Share this content:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *