Filhote da maior águia do planeta aparece vivo em ninho no Pantanal

No início de janeiro de 2026, pesquisadores confirmaram um filhote de harpia em Corumbá, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, após monitoramento iniciado em 2025. Imagens mostram fêmea no ninho do Maciço do Urucum. O caso reforça riscos da espécie quase ameaçada, pressionada por caça e perda de habitat.

A harpia voltou a ocupar o centro das atenções no Pantanal depois que pesquisadores confirmaram um filhote vivo em um ninho monitorado em Corumbá, no início de janeiro de 2026. Não é só uma boa notícia, é um marcador raro de reprodução em uma região onde a espécie vinha sendo procurada por anos, com acompanhamento constante desde 2025. A confirmação reacende esperança, mas também impõe cautela. A harpia tem um ciclo de reprodução lento, exige cuidado parental prolongado e depende de ambientes preservados para sustentar um ninho ativo. Quando um filhote aparece, ele sinaliza que houve condições mínimas para a espécie insistir, mas também mostra o quanto essa insistência é frágil.

O filhote nasceu no início de janeiro de 2026 e foi confirmado por monitoramento feito no único ninho ativo conhecido na região.

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