Em pleno auge de compras internacionais, onde o produto vem de fora e tem que inevitavelmente ser entregue a domicílio do consumidor, e, para isso tem que ter um serviços de entraga.
O aumento das compras online no Brasil atingiu mais de R$ 200 bilhões em 2024 e projeções positivas para 2025 anunciam em torno de R$ 350 bilhões. Esse crescimento reflete uma mudança permanente nos hábitos de consumo, com setores como moda, eletrodomésticos e bens de consumo. Um cálculo rápido onde incide o valor agregado para transporte (5% + ICMS 12%) demonstra que se os Correios abraçassem esta causa não seria necessário empréstimo de R$ 20 bi. Bastava atender o mercado.
A queda dos Correios se explica por uma combinação de fatores: queda na receita, aumento de custos (pessoal, infraestrutura e juros, além de patrocínios indevidos), perda de competitividade (concorrência com privados, menor volume de cartas) e déficit na sua função. Isso gerou prejuízos bilionários, levando a um pedido de crédito de R$ 20 bilhões e a um plano de reestruturação que inclui corte de custos, busca por modernização e até demissões voluntárias, tudo isso pra gente pagar, enquanto deveriam ter se atualizado e concorrido com as empresas privadas que entregam R$ 350 de mercadorias/ano.
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