Viviane Araújo, Virgínia Fonseca e Sabrina Sato desfilaram na madrugada desta quarta-feira (18) pelo Salgueiro, Grande Rio e Vila Isabel, respectivamente, na Marquês de Sapucaí do Rio de Janeiro.
Viviane Araújo leva Rosa Magalhães para o Salgueiro

Viviane Araújo apresentou o figurino com narrativa própria. Ao divulgar as imagens, a atriz escreveu:
“Nem todo pirata tem perna de pau, olho de vidro e cara de mau.
Hoje é dia de levar Rosa [Magalhães] pra avenida e fazer o chão do sambódromo tremer, com emoção, com garra e muito amor.
Vamos, meu Salgueiro!”
A fantasia dialoga com o enredo da escola, Rosa Magalhães, e traz elementos que representam uma pirata homenageando um dos desfiles da carnavalesca.
Viviane construiu um legado à frente do Salgueiro ao longo dos anos no Carnaval carioca, e também na Mancha Verde em São Paulo.
Virgínia fala em “dia mais importante”

Virgínia Fonseca também trouxe referências para o enredo Nação do Mangue da Grande Rio, na estreia dela como rainha de bateria da escola de Duque de Caxias. Em publicação no Instagram com a vestimenta, a influencer disse:
“Me sinto pronta pra viver um dos dias mais importantes da minha vida!!!! Estou chegando Sapucaí, vamos pra cima minha @granderio 💚❤️
Toda honra e glória a Deus, 2026 É NOSSO 🙌🏻💖💜💙”
A fantasia vermelha chamou bastante atenção na Sapucaí, mesmo que em determinado momento a Virgínia tenha tirado a costeira.
Sabrina vira “Aquarela de Heitor dos Prazeres”

Entre as produções mais aguardadas da noite, Sabrina Sato surgiu como “Aquarela de Heitor dos Prazeres”, em homenagem ao artista que inspira o enredo da Unidos de Vila Isabel.
O figurino mistura blocos de cores intensas, pedrarias multicoloridas e um costeiro que remete a pinceladas abertas. O headpiece, em formato solar, traz cristais e aplicações translúcidas que criam efeito de tinta em movimento.
Ao apresentar o look, Sabrina escreveu:
“Hoje eu sou a Aquarela de Heitor dos Prazeres e da minha Unidos de Vila Isabel. Vamos colorir a Sapucaí com o nosso desfile!
Heitor pintou o povo. Pintou o cotidiano do brasileiro com dignidade. Pintou o samba, o trabalho, o morro, a rua. Ele enxergou beleza onde muitos não viam.”
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