O escândalo do Banco Master ganha contornos cada vez mais sombrios. No centro das suspeitas estaria suposta “lista” de autoridades, políticos e figuras influentes, no “ecossistema” de relações privilegiadas do banqueiro Daniel Vorcaro, preso pela Polícia Federal em novembro. Isso explicaria o véu de segredos imposto às investigações. Até a CPMI do INSS foi proibida de acessar dados da quebra de sigilos de Vorcaro e do Master, onde possíveis “pagamentos” disfarçados poderiam emergir. O que transforma esse caso em potencial terremoto político é a suspeita de proximidade de Vorcaro com autoridades dos três poderes. A CPMI quebrou sigilos de Vorcaro para investigar seu papel no negócio bilionário nos consignados, mas parece ter acertado no que não viu. Toffoli alegou “riscos ao mercado financeiro” ao ordenar a transferência do caso ao STF, citando menção a um deputado, e impôs segredo total.
Apesar dos interesses públicos envolvidos nesse escândalo, tanto o STF quanto o TCU decretaram sigilo total nas investigações. Os 3 poderes visivelmente estremecidos, 2026 deve amanhecer com novidades no xadrez.
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